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Postado em 02/10/2017
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Descarte de filtros requer cuidados especiais



É fato notório que o descarte de elementos filtrantes no Brasil ainda tem muito a avançar. O principal fator a considerar no setor é que, segundo a legislação, o descarte deve ser realizado pelo gerador do resíduo, que fica responsável também por qualquer dano que o descarte inadequado venha causar ao meio ambiente. Na prática, significa que cabe a empresa que adquire e utiliza o elemento filtrante realizar o descarte em conformidade com a legislação vigente, o que nem sempre é feito da maneira devida.
A boa notícia é que tem aumentado as iniciativas em torno da conscientização sobre a importância do procedimento, uma vez que o descarte inadequado de elementos filtrantes gera um altíssimo custo ambiental para o planeta, com conseqüências desastrosas como a poluição do solo, lençóis freáticos e do ar. Preocupados com a questão, já há fabricantes que desenvolveram programas específicos para orientação aos clientes. “Desde outubro de 2005, disponibilizamos um fluxograma para auxiliar no descarte de filtros usados e líquidos de arrefecimento. O material é encaminhado a cada novo cliente, com orientações claras e precisas quanto ao descarte dos produtos”, explica Valéria S. Hüne Gomes, do Laboratório Químico & Meio Ambiente da Cummins Filtration....


... Para evitar multas e outros transtornos, é possível recorrer a empresas especializadas em questões ambientais e descarte de resíduos. Um dos exemplos é a MRA Serviços Ambientais, que desde 1991 desenvolve alternativas para a destinação de resíduos sólidos em geral, dentre os quais elementos filtrantes contendo óleos e outras impurezas. Além da questão do descarte de resíduos na indústria, a empresa também alerta para o problema no setor automotivo. “É muito importante conscientizar as empresas para a destinação final correta de resíduos, um dos grandes problemas da atualidade”, diz Ricardo Saad, da MRA, que cita como exemplo a questão das oficinas mecânicas. “Elas não são controladas pela CETESB e não necessitam de licenciamento específico, sendo um dos maiores causadores de poluição por descarte inadequado. Normalmente, os filtros usados são jogados em aterros e lixões, podendo ocasionar contaminação do solo e da água subterrânea. Dependendo do contaminante, os filtros podem ser co-processado em fornos de cimento, incinerados”, explica. (Veja a matéria na íntegra no site da Revista Meio Filtrante - clique no botão abaixo)



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